A política de pesquisa do UniBH privilegia iniciativas e práticas que, articuladas ao seu Projeto Pedagógico (PPI), atuem na solução de problemas sociais, comunitários e científicos, de caráter local, regional ou nacional, favorecendo o desenvolvimento de habilidades e competências para o trabalho científico-investigativo de professores e alunos e fomentando sua postura crítica e investigativa frente à realidade. A Instituição busca, dessa forma, contribuir para a formação integral de indivíduos, cidadãos e profissionais autônomos, cooperativos e solidários, aptos a responder com ética e responsabilidade às necessidades do mundo corporativo, da sociedade e do ambiente.
Em sintonia com seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), sua Missão e seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI), as políticas de pesquisa do UniBH objetivam a consolidação de uma ambiência de pesquisa na instituição, por meio do incentivo / fomento:

  • À criação ou fortalecimento de grupos de pesquisa;
  • À realização de atividades de iniciação científica / tecnológica;
  • À difusão da produção acadêmica de docentes e discentes por meio de eventos, ações extensionistas e fomento à participação em congressos e publicações científicas;
  • À manutenção de revistas científicas da instituição;
  • À proteção da propriedade intelectual;
  • À incorporação da cultura da pesquisa ao currículo, por meio dos Projetos Interdisciplinares, estágios e trabalhos de conclusão de curso;
  • À busca de financiamento externo via convênios / contratos com órgãos de fomento, outras instituições e setor produtivo;
  • À constante promoção da interlocução entre Ensino – Pesquisa – Extensão;
  • À exigência de princípios e padrões éticos para as ações desenvolvidas.

Os projetos de pesquisa de 2018 estão disponíveis aqui.

 

Para se inscrever acesse o formulário.

O UniBH desenvolve o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica, um incentivo à pesquisa que contribui para a inserção do aluno de graduação / graduação tecnológica na carreira acadêmica e que busca instaurar, sistematicamente, a ambiência da pesquisa, em caráter amplo, fazendo interagir a graduação e a pós-graduação, articulando ensino, programas de extensão e linhas/projetos de pesquisa.

O programa se pauta pelo estímulo à investigação científica e tecnológica na Instituição, por meio da avaliação de projetos de pesquisa e concessão de recursos, e é destinado a alunos que demonstrem potencial e interesse em participar ativamente em atividades de pesquisa científica e / ou tecnológica, sob a coordenação de professores qualificados.

 O Programa de Iniciação Científica (PIC): A iniciação científica é um processo que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa científica. O Programa coloca o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica e permite engajá-lo na pesquisa. A iniciação científica define-se assim como um instrumento de formação de recursos humanos qualificados. Voltado para o aluno de graduação e servindo de incentivo à formação de novos pesquisadores, privilegia a participação ativa de alunos em projetos de pesquisa com qualidade acadêmica, mérito científico e orientação adequada, individual e continuada.

 O Programa de Iniciação Tecnológica (PIT): Por pesquisa tecnológica entende-se a pesquisa focalizada e contextualizada na aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos e que se orienta para a geração, o desenvolvimento, a adaptação, o aperfeiçoamento, a avaliação ou a inovação de tecnologias e aplicativos. Essas mediações concernem processos, padrões, materiais, produtos e prestação de serviços e estão presentes em diversas atividades profissionais, tais como planejamento, gestão, produção, prevenção, controle, preservação, conservação, recuperação, avaliação, monitoramento e análise de resultados e impactos, sejam eles sociais, econômicos, culturais ou ambientais.

São incentivados projetos de investigação de caráter inter e multidisciplinar, preferencialmente relacionados aos diversos interesses regionais e institucionais, e que visem à melhoria da qualidade de vida da população, assim como ao desenvolvimento artístico, cultural, científico e tecnológico e à promoção da sustentabilidade.

Os projetos selecionados são contemplados, anualmente, com a concessão de bolsas para o docente proponente, o (s) discente (s) participante (s) e recursos para custeio de insumos. Atualmente, selecionam-se 30 projetos a cada ano.

Os projetos são selecionados mediante inscrição via Edital publicado anualmente. São considerados elegíveis projetos propostos por professores com vínculo empregatício com o UniBH e que possuam a titulação mínima de Mestre. São critérios específicos para o julgamento das propostas pela Comissão de Avaliação:

  • Afinidade com grupos / linhas de pesquisa da Instituição;
  • Indicadores de sustentabilidade contemplados pela proposta;
  • Interdisciplinaridade da proposta;
  • Articulação com o ensino e a extensão;
  • Benefícios potenciais para a área em estudo;
  • Viabilidade de execução do plano de trabalho;
  • Relevância para o desenvolvimento social, artístico-cultural, científico e/ou tecnológico;
  • Resultados esperados e benefícios potenciais para a sociedade.

Os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação tecnológica e bacharelado da Instituição, quando selecionados por professores com pesquisas aprovadas, podem participar do programa como bolsistas ou no desenvolvimento de atividades específicas, computadas posteriormente como Atividades Complementares de Graduação.

O UniBH investe na produção de revistas eletrônicas desde 2007, promovendo a interlocução entre pesquisadores de universidades, centros de pesquisa e outras organizações nacionais e internacionais, por meio da divulgação do conhecimento científico.

Todo o acervo das Revistas possui acesso livre à leitura. A submissão de trabalhos científicos inéditos se encontra aberta, em fluxo contínuo, pela plataforma de software livre SEER.

Para conhecer as áreas de abrangência, normas de publicação e outras informações relevantes, consulte os editais e sites das revistas de acordo com a sua área de pesquisa.

E-CIVITAS

Revisor:
Fernanda Araujo Kallas e Caetano
ecivitas@unibh.br

Acesso à revista

 

E-COM

Editor:
Maurício Guilherme Silva Jr.
ecom@unibh.br

Acesso à revista

 

E-HUM

Editor:
Rangel Cerceu Netto
ehum@unibh.br

Acesso à revista

 

E-SCIENTIA

Editor:
Claudia Lopes Penaforte
escientia@unibh.br

Acesso à revista

 

E-XACTA

Editor Geral:
Vitorio Delogo de Castro
exacta@unibh.br

Acesso à revista

O Comitê de Ética em Pesquisa – CEP é um colegiado multi e transdisciplinar, independente, criado para defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. Contribui para a valorização do pesquisador que recebe o reconhecimento de que sua proposta é eticamente adequada.

Esse Comitê pertence vincula-se à Comissão Nacional de ética em Pesquisa (CONEP) do Conselho Nacional de Saúde (CNS) / Ministério da Saúde, e tem função consultiva e educativa. Sua composição é multidisciplinar, com participação de pesquisadores de diversas áreas de formação e representantes de usuários.

Atribuições do CEP

1. Revisar todos os protocolos de pesquisa envolvendo seres humanos, cabendo-lhe a responsabilidade primária pelas decisões sobre a ética da pesquisa a ser desenvolvida na instituição, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas.

2. Emitir parecer consubstanciado por escrito, no prazo máximo de 30 (trinta) dias.

3. Manter a guarda confidencial de todos os dados obtidos na execução de sua tarefa e arquivamento do protocolo completo.

4. Desempenhar papel consultivo e educativo fomentando a reflexão em torno da ética em pesquisa com seres humanos.

– Regimento Interno
– Membros do CEP UniBH

Funcionamento da Secretaria do Comitê de Ética em Pesquisa

Dias e horários: Segunda à Sexta-feira, das 14h às 18h
Local: Av. Prof. Mário Werneck, 1685 – Estoril – Bloco B5 – Reitoria
E-mail: cep@unibh.br
Tel: 3319.9254

Informações aos pesquisadores

– Manual de Orientação para Submissão na Plataforma Brasil 
– Check-list de Elaboração de Projetos
– Instruções para Elaboração e Redação do TCLE 

Calendários de Reunião da CEP:

04/09
11/09
02/10
06/11
04/12

Atenção:
A coleta de dados não pode iniciar antes da aprovação do CEP.
Todo trabalho para ser publicado deve ser aprovado por um CEP.
Cada trabalho inserido na Plataforma deve conter os itens estabelecidos no Check-list obrigatoriamente.

Links Relacionados

– Acesso à Plataforma Brasil
– CONEP
– Conselho Nacional de Saúde

A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) é um órgão deliberativo e de assessoramento do UniBH, instituído pela Portaria da Reitoria nº 01, de 8 de janeiro de 2013, de caráter normativo e consultivo, no que tange à criação, à manutenção e à utilização de animais nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

A Comissão se pauta pela Lei nº 11.794, de 2008, que constitui o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), e contempla às suas diversas diretrizes no que diz respeito aos aspectos éticos das atividades envolvendo animais na Instituição; pauta-se também pelas normatizações subsequentes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Os protocolos experimentais ou pedagógicos aplicáveis aos procedimentos de ensino e projetos de pesquisa científica devem ser previamente analisados pela CEUA que, por meio de parecer, e no que tange às suas competências, poderá autorizar ou não a realização das atividades, para assegurar o cumprimento das normas e legislações vigentes.

O CEUA UniBH é vinculado ao CONCEA/MCTIC, sendo seu parecer de deferimento nº 112/2014 (CONCEA/MCTIC) e tendo obtido o Credenciamento Institucional para Atividades com Animais em Ensino ou Pesquisa (CIAEP) sob o registro n° 01.0188.2014.

Atribuições do CEUA

· Cumprir e fazer cumprir a Lei Federal nº 11.794/2008 e as demais normas que disciplinam procedimentos para uso científico de animais;

· Examinar previamente os Protocolos de Ensino e Pesquisa que utilizem animais a serem realizados no UniBH para determinar sua compatibilidade com a legislação aplicável;

· Avaliar a qualificação e a experiência do pessoal envolvido nas atividades de criação, ensino e pesquisa científica, de modo a garantir o uso adequado dos animais;

· Orientar os servidores docentes, técnico-administrativos e alunos sobre procedimentos éticos no uso de animais no ensino e na pesquisa;

· Encaminhar à Reitoria casos de irregularidades de natureza ética ocorridas nas pesquisas ou atividades didáticas ou aquelas praticadas por membros da CEUA, para fins de instauração de Processo Administrativo Disciplinar;

· Oferecer denúncia ao CONCEA na constatação de infrações administrativas relacionadas à utilização de animais em ensino ou pesquisa científica em desacordo com as normas legais e regulamentares vigentes;

· Desempenhar outras atividades, conforme deliberações do CONCEA.

Regimento Interno

Acesse aqui.

Portaria Ad Referendum da Aprovação do Regulamento da CEUA

Acesse aqui.

Membros do CEUA UniBH

Acesse aqui.

Links Relacionados: 
– Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA)

– Orientações Técnicas MCTIC

– Normativas do CONCEA 

– Informes do CONCEA

Valorizar e proteger as obras desenvolvidas dentro do UniBH é um dos principais objetivos da Instituição. Assim, as políticas de propriedade intelectual são norteadas pela Comissão Permanente de Propriedade Intelectual (CPPI) do Centro Universitário de Belo Horizonte, criada por meio da Portaria de n. 27, de 20 de junho de 2006. Sua missão é:
“Orientar e conduzir os processos legais previstos na legislação, como registros e concessão e manutenção de direitos relativos à propriedade intelectual na esfera institucional”.
É função da CPPI:

  • Mapear a produção intelectual do corpo docente, discente e administrativo do UniBH e estabelecer política de registro e proteção da propriedade intelectual dentro da Instituição.
  • Estabelecer relações institucionais, parcerias e convênios com órgãos públicos e instituições de pesquisa voltados para o estudo e aplicação da Propriedade Intelectual no Estado de Minas Gerais.
  • Desenvolver materiais didáticos com informações básicas sobre Propriedade Intelectual a serem disseminados junto à comunidade acadêmica do UniBH.

A Política de Pesquisa do UniBH prevê os seguintes incentivos:

  • Incentivo à participação em eventos acadêmicos: docentes, com inscrição comprovada em evento acadêmico para apresentação de trabalho, podem receber subvenções.
  • Incentivo à publicação de artigo: professores (com titulação mínima de doutor) recebem subvenção integral ou parcial para a publicação em revistas científicas de artigos inéditos e/ou tradução.

 

Para conhecer as condições, encaminhe e-mail para: extensao@unibh.br.

 

Grupo de Pesquisa é a denominação atribuída ao grupo de pesquisadores e estudantes que se organizam em torno de uma ou mais linhas de pesquisa de uma área do conhecimento, com o objetivo de desenvolver pesquisa científica. Há o envolvimento profissional e permanente com atividades de pesquisa no qual o trabalho se organiza em torno de linhas comuns de pesquisa e que, em algum grau, compartilha instalações e equipamentos. Os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos Grupos de Pesquisa da Instituição são subsidiados pela FAPEMIG e pelo UniBH.

São grupos de pesquisa do UniBH:

• GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA EM ENERGIA – GEPEN

• DIREITO E JUSTIÇA NAS PERSPECTIVAS DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

• EDUCOMUNICAÇÃO: MÍDIA, EDUCAÇÃO E ORGANIZAÇÕES

• PESQUISA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

• PROCESSOS INDUSTRIAIS E MEIO AMBIENTE – PRIMA

 

GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA EM ENERGIA 

O grupo tem atuado sistematicamente no apoio às ações do Governo Federal relacionadas ao aquecimento solar. No GT Solar Térmica, coordenado pelo Ministério do Meio-Ambiente, um representante do grupo é responsável por sua coordenação técnica, participando da elaboração do Plano Estratégico – Operacional do setor. Apoia tecnicamente o Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal nas ações relacionadas ao aquecimento solar no Programa “Minha Casa, Minha Vida” e o INMETRO nos temas relacionados à certificação de equipamentos solares. O grupo coordenou o VI Congresso Brasileiro de Energia Solar, realizado em Belo Horizonte. Nesse momento, o grupo passa a ter uma atuação mais ampla, envolvendo as seguintes unidades do Grupo Anima: Minas Gerais (UNIBH e Una), São Paulo (Universidade São Judas Tadeu e UNIMONTE) e Santa Catarina (SOCIESC).

Acesse o Grupo no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/2398048306207101

Linhas de pesquisa:

  • Aquecimento Solar Distrital.
  • Ar Condicionado Solar.
  • Coletores Solares de Média Temperatura.
  • Coletores Solares Poliméricos.
  • Eficiência Energética e Desempenho térmico de edificações.
  • Modelagem matemática de coletores e concentradores solares.

 

PROCESSOS INDUSTRIAIS E MEIO AMBIENTE – PRIMA

Acesse o Grupo no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5017698675072368

Linhas de pesquisa:

  • Adsorventes ambientais na descontaminação de cursos d’água
  • Análise estatística e espacial dos dados obtidos do levantamento dos impactos e interferências socioambientais e biótipos na sub-bacia do Médio Cercadinho
  • Avaliação da colocação de egressos de cursos de Ensino Superior do UniBH no mercado de trabalho através de mineração de dados baseada em grafos e dados do LinkedIn
  • Eficiência de macrófitas aquáticas da família Lemnanceae para remoção de metais pesados
  • Estudo da vulnerabilidade e riscos da paisagem advindo da poluição difusa e pontual na sub bacia hidrográfica do Cercadinho, Estado de Minas Gerais
  • Levantamento da fauna de Culicídeos vetores e pesquisa de arbovírus em mosquitos do gênero Aedes capturados em escolas e parques da regional oeste de Belo Horizonte
  • Metodologia baseada em aprendizagem de máquina e microcontroladores arduino com processamento na nuvem para previsão de inundações em regiões de risco.
  • O transplante de espermatogônias-tronco como ferramenta biotecnológica aplicada a conservação de espécies de peixes ameaçadas de extinção.
  • Produção de compósitos poliméricos flutuantes para descoloração de efluentes aquosos via processos fotocatalíticos.
  • Recuperação hidroambiental e áreas urbanas protegidas: panorama de soluções inovadoras em Arquitetura e Engenharia.

 

PESQUISA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

Acesse o Grupo no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq: http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1783086245297774

O Grupo de Pesquisa em Ciências da Saúde tem por objetivo desenvolver a produção de conhecimento nas áreas da saúde coletiva e biologia celular e molecular. Suas repercussões estão voltadas aos conhecimentos a respeito dos processos de saúde e adoecimento, buscando um melhor entendimento dos mecanismos envolvidos nos processos biológicos celulares normais e/ou alterados. Os resultados obtidos pelo grupo pretendem ter importantes repercussões na comunidade científica, bem como contribuir intensamente na formação de alunos de graduação e pós-graduação.

Linhas de pesquisa:

  • Epidemiologia em serviços de saúde
  • Epidemiologia molecular.

 

EDUCOMUNICAÇÃO: MÍDIA, EDUCAÇÃO E ORGANIZAÇÕES

O grupo de pesquisa Educomunicação foi criado com o objetivo de desenvolver pesquisas sobre a inter-relação Comunicação/ Educação, no âmbito de Organizações “aprendentes”, ou seja, visando promover estudos envolvendo instituições, corporações, organizações e sujeitos de um modo geral, que tenham a formação e a transformação pelo conhecimento como constitutivas de determinadas atividades e interações sociais, e sua relação com a Comunicação no processo de aprendizagem.

Linhas de pesquisa:

  • A sala de aula interativa e interdisciplinaridade: mídias e processos de aprendizagem. Ementa: Processos educativos interdisciplinares de formação profissional em/ na interface Comunicação/ Educação. A prática docente como mediação para o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento. Interfaces entre processos de aprendizagem, mídias e comunicação. Sala de aula interativa e a perspectiva dos espaços de aprendizagem.
  • Mídia, processos educativos e organizações aprendentes. Ementa: Espaços de aprendizagem e organizações aprendentes. Diálogos organizacionais e processos de formação. Interfaces mídia/ educação/ organizações. Narrativas transmídia e educação.

 

DIREITO E JUSTIÇA NAS PERSPECTIVAS DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

O exercício da cidadania é ponto de crucial importância para as reflexões relativas ao Direito, bem como ao acesso à Justiça, entendida como um dos princípios basilares do Estado Democrático de Direito no Brasil. A concretização de uma sociedade pautada em uma perspectiva solidária, fraterna e igualitária só se realiza em um ambiente em que a universalização e a operacionalidade da Justiça sejam capazes de atender as expectativas de todos os cidadãos. Mais ainda, em um processo de consciência e exercício político por parte desses cidadãos. A dimensão das desigualdades das mais diversas ordens, não só em âmbito interno, mas internacional, fundamenta os movimentos sociais na luta em favor de direitos, e dentre estes o acesso à Justiça torna-se o referencial para a garantia da dignidade humana, pressionando-se o Estado e sua estrutura administrativa judiciária para contemplar as demandas de todas as categorias sociais. Nessa perspectiva, o estudo sobre o Direito, principalmente os fundamentais, assim como o acesso à Justiça são colocados como um dos eixos estruturantes do Estado Democrático de Direito na busca de uma valorização do reconhecimento da dignidade humana, do exercício da cidadania, e da superação de desigualdades tão acentuadas no Brasil. A Justiça, desse modo, é alçada ao patamar de eixo central para a construção de uma sociedade mais humana, fraterna e solidária.

Linhas de pesquisa:

  • Direito e Justiça
  • Efetividade dos Direitos Fundamentais no Estado Democrático de Direito.
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