Aluno participa do X Curso de Técnicas Anatômicas
Júlia neves – curso de Jornalismo
Foto: Leandro Couri
O aluno do 6º período de Educação Física Murillo Lima Modesto e o laboratorista técnico de Anatomia Humana, Rodrigo Pereira, participaram do X Curso de Técnicas Anatômicas, oferecido pela Sociedade Brasileira de Anatomia Humana.
O curso teve como objetivo conhecer algumas técnicas anatômicas que visam facilitar a observação de estruturas morfológicas tanto para o estudo acadêmico quanto para a exposição em museus.
O laboratorista conta que já participou da 7ª edição do evento, o que acabou por abrir portas para o encontro deste ano, no qual foi convidado para trabalhar como monitor “uma espécie de participante colaborador”, explica.
O discente e o laboratorista contam, animados, sobre a experiência de participar do curso, que favoreceu um grande aprendizado sobre as novas técnicas da área, como a Técnica de Injeção de Látex. Para esta técnica, o aluno explica que “se faz uma aplicação de colorações específicas nos vasos dos órgão ou sistemas”. O laboratorista acrescenta que “a técnica pode ser aplicada em todo o cadáver ou em vasos periféricos isolados”. “Fica uma coisa maravilhosa! Facilita muito na passagem de conhecimento para o aluno”, acrescenta.
O aluno afirma que aprendeu bastante: “esse curso me ensinou que é preciso ter cuidado com essas peças, que são muito delicadas e difíceis de conseguir”, analisa. “Ainda, foi muito importante porque aprendi técnicas que me mostraram que eu posso facilitar visualmente para o aluno uma coisa que antes era difícil de ser visualizada”, garante.
No quesito relacionamento, ambos concordam que oportunidades como esta são cruciais para aumentar e facilitar o encontro com profissionais renomados. O discente destacou a importância do contato com profissionais de várias áreas biológicas: “a gente absorve um pouco de conhecimento de cada pessoa, e aprende muito mais”. O laboratorista lembra que “em encontros como esse a gente chama de ‘Liga Anatômica’ ou ‘Dinossauros da Anatomia’”, brinca. Mas ressalta que em situações como esta o mais importante é “passar informação e aprender outras também”, enfatiza.
O laboratorista expressa toda a sua paixão pela profissão e filosofa que “a vida é uma eterna aprendizagem”. Sobre a experiência do curso, ele garante que “aprendi muitas coisas que eu não sabia fazer e algumas novidades sobre novas técnicas para trabalhar”, classifica.
O laboratorista acredita que “nosso laboratório do Uni-BH é muito bem equipado, referência em Minas Gerais em termo de instituição privada. E acrescenta que “quem sabe, no futuro, a gente não sedie um encontro deste porte?” O laboratorista afirma que “essas técnicas que nós aprendemos são uma forma de arte, é um prazer muito grande contribuir para a Instituição”, finaliza.

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