Entenda a importância da educação na mobilidade social Entenda a importância da educação na mobilidade social

Entenda a importância da educação na mobilidade social

Introdução

A educação é um direito fundamental do ser humano e, além de colaborar para o desenvolvimento do indivíduo, é determinante para o crescimento do país. Na verdade, a educação é uma das maneiras mais eficientes de forjar cidadãos completos, questionadores, engajados e proativos, capazes de promover mudanças importantes na sociedade.

A evolução social, econômica e cultural acontece por meio do conhecimento e do acesso a informações, necessários para que todos compreendam melhor o mundo, a ligação entre os fatos, os problemas, os desafios e, principalmente, o papel de cada um, diante deste cenário complexo.

Neste sentido, inúmeras pesquisas, nacionais e internacionais, já comprovaram que o estudo tem influência direta na ascensão profissional, ou seja, a qualificação é um dos aspectos mais relevantes na questão da mobilidade social. E, paralelamente, afeta de maneira muito positiva, a economia.

O nível de escolaridade da população se reflete em fatores como pesquisa científica e inovação, que, por sua vez, garantem indústrias e processos mais eficientes e automatizados. Neste cenário, o empreendedorismo também aparece, através da abertura de novas empresas e da geração de oportunidades e de renda.

Com melhores empregos e maiores salários, os indivíduos podem consumir mais e investir, reduzindo drasticamente a dependência em relação a políticas públicas assistenciais. Deste modo, é possível progredir por meio da educação, alcançar melhores condições de vida, construir um patrimônio e realizar sonhos.

Porém, é preciso esclarecer que educação não é apenas um diploma. Para conquistar novas oportunidades no mercado de trabalho, é essencial que o aprendizado inclua competências comportamentais, como a capacidade de analisar criticamente o que acontece ao redor, de construir opiniões, de comunicar claramente as próprias ideias, de negociar e de participar ativamente da nossa sociedade.

Por isso, além dos cursos de graduação e de pós-graduação, é preciso se manter integrado à realidade global e, neste caso, a internet se torna uma excepcional aliada, já que as informações estão disponíveis, em tempo real, prontas para serem consumidas e analisadas.

A importância do estudo independe da faixa etária ou do poder aquisitivo da família. Entretanto, se torna ainda mais relevante nas classes mais baixas, pois serve para reduzir as diferenças e a desigualdade em relação às oportunidades de crescimento e de mobilidade social.

O contexto da educação

A educação no Brasil, em especial a pública, apresenta uma série de deficiências, que se verificam facilmente em instalações precárias, na desvalorização dos professores, na falta de vagas, na qualidade do ensino e na evasão escolar. E há também outras variáveis externas, muitas vezes relacionadas às necessidades financeiras da família, que levam os jovens ao mercado de trabalho, sem que estejam verdadeiramente capacitados.

O atraso e o abandono dos estudos fazem com que boa parte destes trabalhadores não atenda as demandas do mercado, e por isso, ficam limitados a atividades operacionais, de menor complexidade e com remuneração inferior.

Vale salientar que muitos recrutadores confirmam a dificuldade de preencher determinadas posições, já que a escassez de talentos e de profissionais preparados parece aumentar com a passar dos anos.

Por isso, muitas empresas se viram obrigadas a investir em treinamentos internos, visando reduzir as deficiências existentes em seus colaboradores. Porém, é preciso dizer que essa capacitação, apesar de muito importante, não substitui a formação superior. E, assim, as bolsas de estudo também ganharam espaço no planejamento corporativo, de modo que os profissionais de maior destaque, tenham um incentivo adicional para concluir a graduação.

A educação tem como objetivo preparar o indivíduo para o desempenho de sua cidadania e para seu ingresso no mercado de trabalho como mão de obra qualificada. Assim, possui um papel decisivo no desenvolvimento de uma sociedade, por ser responsável pela transmissão de sua herança cultural e, também, pela integração com o novo, como o futuro e com os temas que afetam todo o mundo.

Neste sentido, é preciso reforçar a importância dos estudos em relação às tecnologias, que vêm transformando todas as empresas, através da automatização de muitas tarefas. Esse fenômeno tem reduzido o número de vagas operacionais, pois essas atividades passaram a ser realizadas por robôs e por softwares.

Em contrapartida, há mais oportunidades para profissionais especializados, para a aplicação e para o desenvolvimento destas tecnologias. Deste modo, é fundamental que os profissionais busquem atualização para que não fiquem obsoletos ou se tornem dispensáveis dentro deste ambiente. Mais uma vez, a educação tem essa função de preparar o capital humano para as demandas e exigências de um mercado em constante mutação.

Entendendo Mobilidade Social

A mobilidade social é um campo de estudo da Sociologia bastante usado para compreender a formação de diferentes grupos, dentro de uma mesma cultura. De forma mais específica, a mobilidade também tem a importante função de avaliar as possibilidades de ascensão ou de rebaixamento dos integrantes de cada um desses grupos.

Essa questão está intimamente relacionada aos ideais de igualdade e alguns princípios democráticos, que tratam da geração de renda e dos direitos comuns à educação, à saúde e à segurança.

Os números de desenvolvimento social e econômico enxergam na mobilidade ascendente indícios de sociedade mais equilibrada, em que a riqueza passa a estar mais bem distribuída. Contudo, mobilidade social não contempla apenas a variação das condições materiais dos indivíduos, dependendo também de aspectos culturais e conceitos preestabelecidos, que podem envolver uma série de outros fatores socioeconômicos, como índices de desemprego e criminalidade.

Existem dois tipos de mobilidade social: a horizontal e a vertical. Na mobilidade social horizontal, há uma alteração de posição dentro do grupo, provocada por fatores geracionais ou profissionais, mas não é o suficiente para uma mudança de classe social.

Por exemplo, o caso de um trabalhador que migra do interior para a capital ou de um morador que é eleito síndico do prédio. Não existem aumentos significativos na renda, status ou poder aquisitivo, mas percebe-se uma posição social de maior destaque.

Já na mobilidade social vertical, há uma alteração de classe social, que pode acontecer de forma ascendente, caracterizada pela mudança de uma classe baixa para outra superior, ou descendente, quando o caminho é inverso, com a queda de uma classe alta para outra, inferior.

A mobilidade social é um conceito que reforça a possibilidade de um indivíduo prosperar e atingir uma classe social mais elevada nesta pirâmide. Neste caso, surge também a definição de sociedade estratificada, como sendo aquela em que não há mobilidade social, o que representa uma situação bastante negativa, tanto para o indivíduo quanto para o crescimento e o desenvolvimento do país.

Ditaduras e economias demasiadamente controladas pelo Estado costumam apresentar essa caraterística. Em linhas gerais, em uma sociedade estratificada, o indivíduo está fadado a permanecer na mesma condição durante toda a vida, sem qualquer possibilidade de evolução.

A mobilidade social no Brasil tem crescido rapidamente nas últimas décadas e, segundo dados do IBGE, de 1970 até 2000, aumentou para 63%. Entretanto, mobilidade social não pode ser entendida como igualdade social. No país, ainda há abismos a serem superados para que as distorções que envolvem renda e, consequentemente, o acesso à educação e à saúde sejam minimizadas.

O atual mercado de trabalho demanda profissionais cada vez mais capacitados, o que exige uma educação de melhor qualidade. A falta de qualificação dos trabalhadores funciona como um freio para a mobilidade social, já que indivíduos com pouco estudo costumam fazer parte das estatísticas do desemprego ou, então, não conseguem empregos que permitam uma progressão sustentável. Assim, o investimento em educação é um fator essencial para consolidar a mobilidade social e diminuir a desigualdade de riqueza e de oportunidades entre as classes.

Heranças da desigualdade

Uma parcela da desigualdade de renda encontrada atualmente é decorrente da diferença salarial associada à remuneração variada entre as carreiras, normalmente definida pelo mercado e pela disputa pelos talentos de cada área de conhecimento.

Neste caso, é algo natural e previsível. No entanto, a desigualdade de oportunidades sempre é injusta, pois contribui para a manutenção de focos de pobreza. Por isso, todos deveriam ter oportunidades iguais de seguirem uma determinada profissão, mas, para tanto, deveriam ter as mesmas condições de educação.

O acesso a uma educação formal de qualidade é um fator que influencia diretamente nas oportunidades que todo jovem terá na vida adulta, mas também está associado à situação econômica da família.

As ditas classes média e alta optam por escolas particulares em tempo integral e que oferecem uma grade curricular bastante variada, ideal para estimular as potencialidades dos alunos e para ensiná-los a pensar de forma abrangente.

Normalmente, a agenda conta com aulas de idiomas e, ainda, como prática de esportes ou de atividades extracurriculares, que envolvem música e teatro, por exemplo. Esse tipo de educação desenvolve outras inteligências dos alunos, de modo a torná-los profissionais e cidadãos intelectualmente mais capacitados.

Além disso, esse público demora mais para ingressar no mercado, dedicando-se aos estudos por mais tempo. Realidade muito diferente da vivida pelas classes mais baixas, que utilizam, em geral, o ensino público, municipal ou estadual, em que a educação encontra seus maiores desafios, disputando espaço com a necessidade urgente de trabalhar.

Desta forma, a herança da desigualdade é reforçada, pois a diferença na preparação destes jovens impacta fortemente no futuro profissional destes dois grupos.

E há ainda desigualdades específicas, como a entre gêneros. Mesmo estudando mais, as mulheres continuam sendo discriminadas na disputa por determinadas vagas e, comprovadamente, recebem salários inferiores aos pagos aos candidatos homens. Da mesma forma, a desigualdade racial, embora esteja diminuindo aos poucos, ainda impede que todos os jovens tanto de classes sociais mais baixas quanto as que possuem uma situação econômica mais favorável tenham chances iguais de ascensão social.

Estudos como chave para o sucesso

O estudo tem sido o grande diferencial para a mobilidade social nos últimos anos — e não apenas no Brasil. Apesar de todas as dificuldades, muitos profissionais jovens e experientes compreenderam a importância da qualificação e procuraram as universidades.

Na verdade, mais do que os cursos técnicos e profissionalizantes, os cursos de formação superior são capazes de gerar novas oportunidades no mercado, mais interessantes, desafiadoras e, claro, mais bem remuneradas. Com a graduação, o profissional adquire conhecimentos importantes, que o capacitam a atuar em um outro patamar, com mais know-how e competência.

E é preciso lembrar também, que o mercado tem se modificado rapidamente, principalmente, por conta do avanço da tecnologia, da conectividade, do compartilhamento de informações e das alterações percebidas nos próprios hábitos de consumo da população.

Todas essas mudanças alteraram as carreiras, já que algumas profissões ficarão mais restritas ou simplesmente deixarão de existir. Porém, outras surgiram, devido às novas necessidades da sociedade, em especial, relacionadas à geração de energia limpa, à engenharia ambiental, ao marketing, à automação, à biotecnologia, além de programadores e desenvolvedores de softwares e aplicativos mobile.

Desta forma, a atualização passou a ser uma necessidade básica para qualquer profissional, tanto para manter a empregabilidade quanto para buscar a progressão social, por meio de uma carreira de sucesso.

Assim, fica evidente a importância da educação para o nivelamento das oportunidades e, consequentemente, para o crescimento econômico do Brasil. Então, além das iniciativas públicas para melhorar a qualidade e as opções de ensino, é essencial que cada profissional compreenda que a mobilidade social depende muito do esforço individual, do estudo e da capacitação.

Somente através da educação é possível construir um plano de carreira eficiente, orientado sempre para a conquista de novas oportunidades de aprendizado e de crescimento.

Grandes exemplos de ascensão

De fato, existem muitos exemplos de ascensão profissional e social por meio da educação. São pessoas que não fraquejaram perante as diversas dificuldades e os obstáculos encontrados no caminho, seguiram em frente, com determinação, e atingiram seus objetivos. Entre guerreiros desconhecidos e famosos, há muitas histórias inspiradoras.

Confira algumas:

  • Paulo Rangel, 50 anos, em 2010, se tornou o primeiro promotor negro do Ministério Público, nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Ex-porteiro das Casas Pernambucanas, Paulo se dedicou aos estudos, já publicou seis livros e hoje fala três idiomas — inglês, italiano e espanhol. Sua última conquista foi ser aprovado em primeiro lugar no concurso para professor da UERJ.

  • Wallace Martins, 29 anos, vivia na favela da Grota, onde o jornalista Tim Lopes foi covardemente assassinado. Apesar das adversidades, resistiu ao crime e ao tráfico de drogas e se formou em Engenharia. Depois, concluiu o doutorado pela UFRJ e já comprou um apartamento para os pais.

  • Joaquim Corsino, 63 anos, se formou em Direito. Pedreiro, pedalava 42 km por dia para estudar. Nascido em Itaumirim, Minas Gerais, chegou ao Espírito Santo aos 18 anos e, aos 20, concluiu um curso técnico em Administração. Mas após não ser aprovado no vestibular de Ciências Contábeis da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 1980, foi obrigado a deixar os livros para trabalhar. A partir de então, Joaquim começou a atuar como ajudante de pedreiro e, mais tarde, como pedreiro. Mas a vontade de estudar não desapareceu, apesar do passar do tempo e, por isso, Joaquim guardava parte do dinheiro que ganhava. Além de construir sua casa, o pedreiro juntou ao longo dos anos R$ 55 mil para financiar os seus estudos.

  • Vanderlei Vazelesk Ribeiro, 42 anos, o professor doutor em História da América Latina, recebeu dos pais operários o apoio necessário para superar a cegueira que o acompanha desde a infância. Mesmo com algumas limitações físicas impostas pela doença, foi aprovado em oito concursos e conquistou a cadeira de professor doutor na UniRio.

  • Joaquim Barbosa, 66 anos, ex-presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Filho de um pedreiro, fugiu da pobreza, fez bicos, trabalhou numa gráfica de madrugada para poder estudar de dia e, nesse período, passou no vestibular para Direito, na Universidade de Brasília (UnB). Durante essa fase, foi aprovado em um concurso para o Itamaraty. Então, a carreira deslanchou. Se tornou procurador jurídico do Ministério da Saúde, fez mestrado, doutorado e passou em outro concurso, desta vez, para procurador do Ministério Público Federal. Aprendeu a falar francês, inglês, alemão e chegou ao cargo máximo da Justiça.

Nunca é tarde para começar a estudar

De fato, nunca é tarde para começar a estudar. Independentemente da idade, da profissão e do grau de escolaridade, é sempre importante buscar o conhecimento e a atualização. Além disso, há uma série de vantagens em investir no aprimoramento profissional.

Um diploma de nível superior, certamente, aumenta as chances de alavancar a carreira, ed conseguir um emprego melhor e de aumentar a remuneração no fim do mês. Segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no Brasil, a conclusão de um curso superior pode significar um aumento de até 156% no salário. Além disso, o profissional passa a estar qualificado para concorrer a promoções ou a cargos mais importantes.

Quem já está no mercado de trabalho e atualmente ocupa posições de nível técnico encontra no curso superior a capacitação necessária para buscar uma progressão profissional, na mesma área de atuação, fortalecendo o currículo.

Há também quem queira seguir uma nova carreira e, para isso, é preciso começar a estudar. Neste caso, o primeiro passo é escolher o curso e, depois, pesquisar as universidades, a reputação de cada uma delas, o conteúdo programático, o corpo docente, a infraestrutura e os valores da mensalidade.

De fato, o curso superior é determinante em qualquer fase da carreira, para os jovens que acabaram de sair do ensino médio e que já escolheram a profissão, para os profissionais que estão no mercado e que pretendem investir na educação como forma de aprimoramento e também e para os empreendedores que necessitam de uma formação gerencial para administrar os negócios.

Aliás, esse é um ponto importante. Com o crescimento do empreendedorismo no Brasil, é preciso que os novos empresários também busquem a formação superior, direcionada à gestão, para que estejam aptos a administrar a empresa de forma segura e eficiente.

A graduação abre portas, amplia o networking, expande os conhecimentos, qualifica o profissional e tem um impacto bastante positivo nos recrutadores, pois demonstra que o candidato tem consciência sobre as demandas do mercado, além de força de vontade e determinação.

Por isso, é sempre tempo de estudar, mantendo o foco no desenvolvimento profissional e pessoal, trabalhando também competências especiais, muito requisitas pelas empresas, como maturidade, equilíbrio emocional, empatia, humildade, otimismo e potencial de liderança. Desta forma, surge um perfil completo, que inclui conhecimento técnicos relevantes e também, habilidades interpessoais bastante úteis para o próprio desempenho.

Conclusão

Pelo prisma econômico, o crescimento de um país pode ser considerado um sistema que opera em ciclos, começando pelo acesso à educação e à formação qualificada, passando por oportunidades de emprego de qualidade, que por sua vez, gera renda e poder de compra.

O poder de compra aquece o consumo e o mercado, exigindo um aumento da produção e da oferta de serviços e, consequentemente, surge a necessidade de mais mão de obra. As empresas, então, exigem profissionais especializados, que voltam aos estudos, se capacitam e atualizam, iniciando o ciclo novamente.

Com essa visão, é fácil perceber que a educação é o fator gerador do crescimento econômico de um país, trazendo desenvolvimento e combatendo a pobreza e a desigualdade.

Paralelamente, em uma sociedade em constante transformação, é esperado que o mercado de trabalho e as profissões também sejam impactados continuamente. Neste contexto, é importante considerar ainda fatores econômicos, que influenciam diretamente a rotina de todas as classes sociais, com mais força nas classes baixas e média, como desemprego, o endividamento, a restrição do crédito, a inflação e o aumento de impostos e tarifas de serviços básicos.

Além dos sintomas da grave crise que assola o país, há também temas que alteraram o cenário atual e, principalmente, a estratégia das empresas em relação aos seus produtos e aos serviços, como a consciência ambiental, o uso da tecnologia e a preocupação com as causas sociais.

Todos esses aspectos fazem parte da realidade e, assim, precisam ser gerenciados. Por isso, é essencial entender a importância da educação, como meio para manter a empregabilidade, para vencer a concorrência e para superar todas essas dificuldades.

Por mais confuso e desanimador que pareça o momento, com a retração da economia e com o retorno para as classes mais baixas de indivíduos que há pouco tempo haviam progredido para classes superiores, é necessário enxergar a situação de forma ampla e encontrar soluções para minimizar esses problemas.

Assim, capacitação ainda é o processo mais confiável para o crescimento. Por meio do conhecimento, do aperfeiçoamento e do amadurecimento, é possível progredir e conquistar a ascensão social, de forma contínua e gradual, sempre de acordo com o esforço e com a dedicação de cada profissional.

Quer saber mais sobre educação e ascensão profissional? Leia também nosso artigo sobre como fazer um planejamento de carreira antes de entra na faculdade?


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