Como funciona

O UniBH acredita no poder da cultura como ferramenta de transformação social. Por isso, investimos continuamente em projetos culturais que fortalecem a identidade de Belo Horizonte e promovem acesso à arte em suas diversas formas. 

Por meio das Leis de Incentivo à Cultura, apoiamos iniciativas alinhadas aos nossos valores e ao compromisso com a comunidade. 

Se você tem um projeto cultural e deseja contar com o apoio do UniBH, envie sua proposta para análise. Queremos contribuir com ações que impactam positivamente nossa cidade.

Como funciona

Projetos Apoiados

Conheça abaixo alguns dos projetos patrocinados pelo UniBH.

  • O Tapume volta às ruas de Belo Horizonte em 2026 com uma mostra de lambe-lambes que transforma o coração da cidade em tela viva. Dez artistas ou coletivos serão selecionados para criar instalações artísticas em pontos de grande circulação, espalhadas por dois circuitos: o Baixo Centro, que reúne o Centro de Referência da Juventude (CRJ), a Escola Livre de Artes (ELA) e o Sula Comida e Cultura; e o Transborda, que ocupa a Usina da Cultura e o Centro Cultural Padre Eustáquio. São 60 dias de programação gratuita, com acessibilidade em todas as ações. 

    Além dos murais, o circuito propõe encontros: roteiros de visitação a pé e de bike pelo Baixo Centro, visita guiada com curadoria e artistas, e roda de conversa com curadoria e artistas no Transborda. 

    Reconhecido como um dos maiores festivais de lambes do Brasil, o Tapume estima impactar 30 mil pessoas diretamente, com assessoria de imprensa, cobertura fotográfica e audiovisual, sinalização das obras, tótens, press-kits, mini-lambes, ímãs e adesivos. Marcas parceiras ganham presença em todas as peças de comunicação, ativações como murais e letreiros luminosos, visitas guiadas para públicos estratégicos e conteúdo digital exclusivo. 

    Como colar junto — Projeto nº 1563/2024, no valor de R$ 165.000,00, captável pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura (LEIC). Em formato ampliado, o Festival Tapume está aprovado na LEIC e na Rouanet. 

     

    Veja o projeto completo aqui!

  • Em maio de 2026, Belo Horizonte recebe o encontro entre dois festivais que já pulsavam separados: o Rolé, nascido na capital, e o Rango de Rua, do Sul de Minas. Um dia de programação, das 11h às 22h, 100% gratuito e na rua, numa cidade reconhecida pela Unesco como uma das maiores capitais gastronômicas do mundo. 

    A rua vira mesa com dez barracas gastronômicas, adega de vinhos e boteco de cachaças, dez shows e dois DJs, aulas-show de gastronomia, circo, videomapping, murais de lambe-lambe, feira de economia criativa e área kids. A estimativa é de 3 mil pessoas presentes, com alcance digital ampliado. Edições anteriores somaram mais de 10 mil pessoas em Varginha (2016), 15 mil em 2024 e 5 mil na estreia em BH, em 2025. 

    Como patrocinar — Dois projetos aprovados na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH, com benefício fiscal de ISSQN: Festival Rango – Beagá 2026 (1609/2024) e Festival Rolé – 4ª edição (1899/2024), R$ 165.000,00 cada. Realização da Através Cultura. 

     

    Veja o projeto completo aqui!

  • Depois de dois álbuns 100% autorais – Soltar os Cavalos e Baby Blue –  Julia Branco inaugura um novo capítulo em sua trajetória ao mergulhar no universo da interpretação a partir da obra de seu ídolo, amigo e parceiro Arnaldo Antunes. Em seu terceiro disco, previsto para 2026, a artista revisita canções do compositor sob uma leitura delicada e profundamente autoral, reafirmando a maturidade de uma intérprete que sabe habitar palavra e silêncio com igual intensidade.

    O álbum contará com participações especiais – ainda não divulgadas ao público –, ampliando o diálogo entre diferentes sensibilidades, o disco será lançado nas plataformas digitais e em edição especial em vinil. Mais do que um tributo, o projeto propõe um encontro vivo entre escrita e voz, consolidando Julia como uma das intérpretes mais instigantes de sua geração.

  • Entre 2 de outubro e 15 de novembro, a Casa Camelo, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, recebeu o 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea, iniciativa dedicada ao fomento das artes visuais e ao fortalecimento da produção artística emergente local e nacional. A edição contou com programação totalmente gratuita, incluindo exposições, oficinas, palestras, ações educativas e uma publicação crítica organizada pelo professor e pesquisador Eduardo de Jesus (UFMG).

    Idealizado por Luiz Lemos e Eloá Mata, o festival reuniu obras selecionadas a partir de diversas inscrições, sob curadoria de Camilla Rocha Campos, Fabíola Martins, Gabriela Carvalho e Luiz Lemos. A programação apresentou quatro exposições inéditas, que abordaram temas como ancestralidade, território, memória, periferia e imaginários coletivos, por meio de linguagens como fotografia, pintura, vídeo e instalação.

    O 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e contou com patrocínio do UniBH, ampliando o diálogo entre artistas, público e a cena cultural da cidade.

  • No dia 7 de dezembro, o cantor, compositor e pianista Davi Fonseca apresentou seu segundo disco, Viseira, no projeto Música de Domingo, realizado no Teatro Francisco Nunes. A apresentação, gratuita e integrante do Circuito Municipal de Cultura, trouxe ao palco um trio formado pelo artista ao lado de Rafael Martini e Juliana Perdigão, ampliando as sonoridades do novo trabalho e revisitando faixas do álbum anterior, Piramba.

    Com produção de Davi Fonseca e Pedro Durães, Viseira marcou uma virada na trajetória do artista ao apresentar um repertório inteiramente vocal, explorando imagens poéticas e metáforas que evocam narrativas do cotidiano. No show, o público ouviu as sete faixas do disco, além de canções de Piramba, reconhecido entre os melhores trabalhos da música brasileira recente.

    A apresentação também destacou a força colaborativa do trio. Martini, compositor e arranjador com atuação internacional, e Perdigão, cantora, compositora e instrumentista de sólida carreira, contribuíram para uma leitura expandida das composições.

    O projeto foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e contou com patrocínio do UniBH.

  • O UniBH recebeu o artista Deco Treco para a pintura do mural “Biologia Fantástica”. A ilustração surrealista, com cerca de 30 metros de extensão, integra a programação do CURA 2025 e se destaca pelas cores vibrantes e pela criatividade, encantando todos que visitam o espaço.

    Entre formas híbridas e seres improváveis, o artista define a obra como uma “ilustração científica surreal, no contexto simbólico do muralismo contemporâneo, sob a ótica do vanguardismo pop brasileiro”. O mural tornou-se um importante marco visual para a instituição.

    Receber o CURA fortalece o conceito de Cidade UniBH, além de aproximar a comunidade acadêmica de uma das maiores iniciativas de arte pública do Brasil. A ação conecta cultura, educação e território, reforçando o compromisso da instituição em valorizar as potencialidades de Belo Horizonte e incentivar práticas inovadoras. Clique aqui e acesse as fotos do mural.

     

    Sobre o CURA

    O Circuito Urbano de Arte (CURA) nasceu em Belo Horizonte, em 2017, com o compromisso de democratizar o acesso à arte, transformando espaços urbanos em galerias a céu aberto e convidando a comunidade a interagir com obras de grande impacto artístico.

    Em 2025, o projeto realizou sua 11ª edição, ressignificando espaços emblemáticos da capital mineira. O UniBH foi o primeiro espaço da região Oeste de Belo Horizonte a receber um mural do CURA, abrindo portas para a diversificação cultural na região do Buritis.

  • A coleção Caderno de Leituras, publica ensaios breves inéditos ou de rara circulação. Não há unidade temática ou formal – o que os reúne é talvez o desejo de estar atento ao que inquieta, ao incerto, ao dissonante.

     

    Para conferir os textos publicados, acesse o site.

     

    O acesso aos textos é gratuito. O projeto foi produzido com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte com patrocínio do UniBH.

     

Perguntas frequentes

Ficou com alguma dúvida?

É normal ter dúvidas! Enumeramos as mais comuns ao lado, confira:

  • Qualquer proponente com 18 anos ou mais, residente em Belo Horizonte e que possua um projeto cultural.

  • Apoiamos projetos que promovem a cultura em Belo Horizonte, com foco em inclusão social, acessibilidade, diversidade e impacto positivo na comunidade.

  • Envie sua proposta para o e-mail: [email protected]. Inclua todas as informações relevantes sobre o projeto, fase de execução e a aprovação na lei de incentivo.

  • Os projetos podem ser enviados durante todo o ano, mas a análise depende do calendário de investimentos e da disponibilidade orçamentária.