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Como funciona

O UniBH acredita no poder da cultura como ferramenta de transformação social. Por isso, investimos continuamente em projetos culturais que fortalecem a identidade de Belo Horizonte e promovem acesso à arte em suas diversas formas. 

Por meio das Leis de Incentivo à Cultura, apoiamos iniciativas alinhadas aos nossos valores e ao compromisso com a comunidade. 

Se você tem um projeto cultural e deseja contar com o apoio do UniBH, envie sua proposta para análise. Queremos contribuir com ações que impactam positivamente nossa cidade.

Como funciona

Projetos Apoiados

Conheça abaixo alguns dos projetos patrocinados pelo UniBH.

  • Depois de dois álbuns 100% autorais – Soltar os Cavalos e Baby Blue –  Julia Branco inaugura um novo capítulo em sua trajetória ao mergulhar no universo da interpretação a partir da obra de seu ídolo, amigo e parceiro Arnaldo Antunes. Em seu terceiro disco, previsto para 2026, a artista revisita canções do compositor sob uma leitura delicada e profundamente autoral, reafirmando a maturidade de uma intérprete que sabe habitar palavra e silêncio com igual intensidade.

    O álbum contará com participações especiais – ainda não divulgadas ao público –, ampliando o diálogo entre diferentes sensibilidades, o disco será lançado nas plataformas digitais e em edição especial em vinil. Mais do que um tributo, o projeto propõe um encontro vivo entre escrita e voz, consolidando Julia como uma das intérpretes mais instigantes de sua geração.

  • Entre 2 de outubro e 15 de novembro, a Casa Camelo, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, recebeu o 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea, iniciativa dedicada ao fomento das artes visuais e ao fortalecimento da produção artística emergente local e nacional. A edição contou com programação totalmente gratuita, incluindo exposições, oficinas, palestras, ações educativas e uma publicação crítica organizada pelo professor e pesquisador Eduardo de Jesus (UFMG).

    Idealizado por Luiz Lemos e Eloá Mata, o festival reuniu obras selecionadas a partir de diversas inscrições, sob curadoria de Camilla Rocha Campos, Fabíola Martins, Gabriela Carvalho e Luiz Lemos. A programação apresentou quatro exposições inéditas, que abordaram temas como ancestralidade, território, memória, periferia e imaginários coletivos, por meio de linguagens como fotografia, pintura, vídeo e instalação.

    O 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e contou com patrocínio do UniBH, ampliando o diálogo entre artistas, público e a cena cultural da cidade.

  • No dia 7 de dezembro, o cantor, compositor e pianista Davi Fonseca apresentou seu segundo disco, Viseira, no projeto Música de Domingo, realizado no Teatro Francisco Nunes. A apresentação, gratuita e integrante do Circuito Municipal de Cultura, trouxe ao palco um trio formado pelo artista ao lado de Rafael Martini e Juliana Perdigão, ampliando as sonoridades do novo trabalho e revisitando faixas do álbum anterior, Piramba.

    Com produção de Davi Fonseca e Pedro Durães, Viseira marcou uma virada na trajetória do artista ao apresentar um repertório inteiramente vocal, explorando imagens poéticas e metáforas que evocam narrativas do cotidiano. No show, o público ouviu as sete faixas do disco, além de canções de Piramba, reconhecido entre os melhores trabalhos da música brasileira recente.

    A apresentação também destacou a força colaborativa do trio. Martini, compositor e arranjador com atuação internacional, e Perdigão, cantora, compositora e instrumentista de sólida carreira, contribuíram para uma leitura expandida das composições.

    O projeto foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e contou com patrocínio do UniBH.

  • O UniBH recebeu o artista Deco Treco para a pintura do mural “Biologia Fantástica”. A ilustração surrealista, com cerca de 30 metros de extensão, integra a programação do CURA 2025 e se destaca pelas cores vibrantes e pela criatividade, encantando todos que visitam o espaço.

    Entre formas híbridas e seres improváveis, o artista define a obra como uma “ilustração científica surreal, no contexto simbólico do muralismo contemporâneo, sob a ótica do vanguardismo pop brasileiro”. O mural tornou-se um importante marco visual para a instituição.

    Receber o CURA fortalece o conceito de Cidade UniBH, além de aproximar a comunidade acadêmica de uma das maiores iniciativas de arte pública do Brasil. A ação conecta cultura, educação e território, reforçando o compromisso da instituição em valorizar as potencialidades de Belo Horizonte e incentivar práticas inovadoras. Clique aqui e acesse as fotos do mural.

     

    Sobre o CURA

    O Circuito Urbano de Arte (CURA) nasceu em Belo Horizonte, em 2017, com o compromisso de democratizar o acesso à arte, transformando espaços urbanos em galerias a céu aberto e convidando a comunidade a interagir com obras de grande impacto artístico.

    Em 2025, o projeto realizou sua 11ª edição, ressignificando espaços emblemáticos da capital mineira. O UniBH foi o primeiro espaço da região Oeste de Belo Horizonte a receber um mural do CURA, abrindo portas para a diversificação cultural na região do Buritis.

  • A coleção Caderno de Leituras, publica ensaios breves inéditos ou de rara circulação. Não há unidade temática ou formal – o que os reúne é talvez o desejo de estar atento ao que inquieta, ao incerto, ao dissonante.

     

    Para conferir os textos publicados, acesse o site.

     

    O acesso aos textos é gratuito. O projeto foi produzido com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte com patrocínio do UniBH.

     

  • O Coletivo de Cinema Noroeste é um projeto da 4 Folhas Audiovisuais que, desde 2021, leva percursos pedagógicos de cinema para escolas públicas, promovendo a integração entre educação e linguagem cinematográfica. Em 2025, o projeto ganha uma nova dimensão com a realização de oficinas nos Centros Culturais Padre Eustáquio e Liberalino Alves de Oliveira (Lagoinha), na Regional Noroeste de Belo Horizonte, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do UniBH.

     

    A proposta é criar espaços formativos em diálogo com o Cineclube Azteca, valorizando o cinema como ferramenta de investigação, expressão e fortalecimento comunitário. As oficinas, gratuitas e abertas ao público de todas as idades, somam 28 horas de atividades entre debates, exibições e produção de filmes autorais. Os conteúdos são construídos a partir das realidades locais e conduzidos por artistas-professores.

     

    Ao longo do ano, serão realizadas quatro oficinas, com foco em vivências, histórias e modos de vida da região. O projeto busca ampliar o acesso à linguagem audiovisual e estimular a criação coletiva, reconhecendo a potência cultural dos territórios.

     

    Ao final, os filmes produzidos ganham visibilidade na Mostra Coletivo de Cinema, que promove exibições abertas à comunidade, democratizando o acesso ao audiovisual e fortalecendo os vínculos entre arte, educação e território.

     

    Mais informações: 

    Site: coletivodecinema.wordpress.com 

    Instagram: @coletivodecinema 

    Formulário de inscrição: Clique aqui

  • O Coletivo Sítio Rosa lançou seu primeiro single, “Lhasa“, inspirado em uma cadela adotada em 2020 que se tornou integrante da família. Este lançamento marca a estreia do coletivo, formado pelos músicos Jennifer Souza e Bernardo Bauer, e pelas artistas visuais Julia Baumfeld e Laura Lao.

     

    O single “Lhasa” foi lançado no dia 25 de julho pelo selo Dobra Discos, com distribuição da Altafonte Brasil. O álbum completo está previsto para setembro, prometendo trazer mais da sensibilidade e delicadeza que caracterizam o trabalho do coletivo.

     

    O projeto é realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com o apoio do UniBH. O universo criado pelo Coletivo Sítio Rosa é voltado para crianças, adultos e bichos, oferecendo uma experiência artística exclusiva e envolvente.

     

    O single “Lhasa” está disponível nas plataformas de streaming.

Perguntas frequentes

Ficou com alguma dúvida?

É normal ter dúvidas! Enumeramos as mais comuns ao lado, confira:

  • Qualquer proponente com 18 anos ou mais, residente em Belo Horizonte e que possua um projeto cultural.

  • Apoiamos projetos que promovem a cultura em Belo Horizonte, com foco em inclusão social, acessibilidade, diversidade e impacto positivo na comunidade.

  • Envie sua proposta para o e-mail: [email protected]. Inclua todas as informações relevantes sobre o projeto, fase de execução e a aprovação na lei de incentivo.

  • Os projetos podem ser enviados durante todo o ano, mas a análise depende do calendário de investimentos e da disponibilidade orçamentária.