O UniBH é uma das mais tradicionais instituições da rede particular de ensino superior de Belo Horizonte. Em mais de cinco décadas de atuação, somos reconhecidos por ser uma escola aberta e próxima da comunidade, que mantém posição de destaque na área de educação pelo constante investimento em metodologias inovadoras de ensino e tecnologia.

Temos Belo Horizonte no nome e em nossa veia, por isso apoiamos a cultura em todas suas manifestações na cidade. Ao figurarmos entre os 5 maiores incentivadores da capital, fomentamos a produção cultural em nossa cidade e demonstramos o valor que a cultura tem para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática.

 

Conheça abaixo alguns dos projetos patrocinados pelo UniBH.

 

A segundaPRETA está de volta estreando sua 9ª temporada em formato online. O projeto apoiado pelo UniBH via lei de incentivo à cultura, reúne uma programação de trabalhos de artes cênicas feitos por artistas pretos e pretas.
De 31 de maio a 5 de julho, vamos reunir uma programação com dez experimentos cênicos. Na estreia de hoje, às 20h, a continuidade da temporada será com “A cambonagem e o incêndio inevitável” de Castiel Vitorino Brasileiro.

A programação será transmitida pelo Canal do Youtube da segundaPRETA – https://www.youtube.com/channel/UCQPliEBHIYYzRpQNRdP093A

Conheça melhor o projeto e confira a programação completa no site: www.segundapreta.com

Com uma proposta inédita no país, a Embaúba Play traz acessibilidade a produção nacional recente e obras inéditas a partir de um recorte curatorial.

Nessa plataforma teremos a aquisição de filmes será avulsa, não sendo necessário uma assinatura fixa como nos serviços de streaming. Os longas-metragens custam menos que R$ 10 (US$ 1,50) e os filmes podem ser vistos em até 72 horas. Além disso, haverá também diversos conteúdos gratuitos. Muito legal, né!? Então corre para conhecer e indicar aos amigos!

Para conferir os filmes, acesse: http://embaubaplay.com

A coleção Caderno de Leituras publica ensaios breves inéditos ou de rara circulação. Não há unidade temática ou formal – o que os reúne é talvez o desejo de estar atento ao que inquieta, ao incerto, ao dissonante.

Para conferir os texto publicados, acesse o site.

O acesso aos textos é gratuito.

São 12 canções autorais, compostas pelo duo e os parceiros Djonga, Ederson Melão, Felipe Bastos, Gustavo Maguá, Pedro Flores e Zé Mauro. O repertório inaugura o gênero “pagossa”, de grande apelo popular, que concilia elementos do Pagode e da Bossa Nova em letras bem-humoradas, ritmos sincopados e estruturas harmônicas inovadoras.

 

As canções já estão disponíveis nas plataformas virtuais e você pode conferir uma das canções aqui.